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Curiosidades
A família
O nome da mulher judia era mudado quando nascia o primeiro filho homem. Passava a ser chamada de mãe de Fulano .
Os israelitas não tinham sobrenome. Chamavam-se, por exemplo, José filho de Davi. Isso lhes dava senso de continuidade, de história.
Quando crescidos, os rapazes judeus ajudavam a família a trabalhar a terra. Os filhos homens eram necessários também para perpetuar o nome da família, pois os israelitas pensavam que sobreviveriam nos seus filhos.
Quando um homem morria sem ter filhos, seu parente mais próximo deveria casar com a viúva. O primogênito desse matrimônio herdaria o nome e a propriedade do falecido. É a chamada Lei do Levirato .
Embora contassem menos, as meninas eram consideradas mão-de-obra útil. Quando uma filha casava, seus pais recebiam um presente matrimonial (dote) para compensar a perda da mão-de-obra útil da filha.
A mulher era propriedade do marido, a quem considerava como patrão. Essa atitude ainda era encontrada no tempo de Jesus.
Apesar das mulheres executarem a maior parte dos trabalhos pesados, ocupavam posição social inferior, tanto na família quanto na sociedade.
Normalmente os bebês judeus eram amamentados ao seio por dois ou três anos. A taxa de mortalidade infatil era muito alta por causa das precárias condições sanitárias das casas.
A criança recém-nascida era lavada e esfregada com sal, pois acreditava-se que isso fortalecesse sua pele e depois era envolvida em fraldas.
Durante o Antigo Testamento, a criança recebia o nome assim que nascia. O nome traduzia a espectativa da família e o projeto de vida para o recém-nascido.
Na época do Novo Testamento, a criança recebia o nome oito dias após o nascimento, quando era circuncidada.
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